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A VOZ DA SAMARITANA: A VIDA É UM RISCO


Desde a concepção, o ser humano já corre riscos. Possibilidades de ocorrer problemas cromossomiais existem, comprometendo a formação. Entretanto, a grande maioria dos casais anseiam por filhos e nem sequer pensam que isso possa acontecer.


E, assim, viemos ao mundo para o que der e vier. Alguns têm mais oportunidades de se protegerem com uma vida saudável, com administração de vacinas e outras coisas mais, proporcionadas pelo avanço das condições de sobrevivência; outros, nem tanto.


Os alertas que nos são dados, nem todos são observados. É difícil convencer um menino que se ele desabalar numa corrida em sua bicicleta, corre sério risco de sofrer um acidente.


E continuamos vivendo, atravessamos a infância, nos rebelamos na adolescência, fazendo ouvidos moucos aos avisos dados por nossos pais, e chegamos à fase adulta. Sair de casa para trabalhar, nessa sociedade cada vez mais violenta, é sempre arriscado. As manchetes dos jornais nos apresentam notícias e mais notícias, evidenciando a situação.


Na infância e na juventude não tem ameaça que nos amedronte e seguimos impávidos. Se na vida adulta nos tornamos mais cautelosos, a necessidade do ganha-pão nos arremete frente a frente com os desafios.


Diz o ditado que “quem não morreu novo, de velho não escapa”. Quando chega a velhice, nos assombram o peso da consciência e o medo de morrer, mesmo sabendo, como espiritualistas que somos, que a morte não existe.


Todos temos uma caminhada própria, provas a enfrentar, testemunhos a dar; e quando tudo isso chegar ao seu término, não tem jeito. O jeito quem dá é a morte, proporcionando essa passagem de um plano para outro, descortinando véus, quebrando barreiras e nos mostrando o amor infinito de Deus.



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